Profissionais do Ano 2009

Independente da agência em que você trabalha, amanhã é dia de todo mundo vestir a camisa da Bolero e torcer pros caras. A agência é a única cearense no prêmio Profissionais do Ano e está concorrendo com campanha feita para o Platinum Motel.

Dá uma lida aí na matéria que saiu no Diário do Nordeste, no caderno Marketing.

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19 Responses to “Profissionais do Ano 2009”

  1. César Mengozzi Says:

    Legal, vc sabe se tem algum lugar que dê pra acompanhar?

  2. Kenzo Kimura Says:

    Acredito que só indo lá mesmo. O quanto antes trago as notícias pra cá.

  3. Jorge Kubrusly Says:

    Valeu kenzo!

  4. Jonhn Says:

    Continuo repetindo… anúncio de publicitário para publicitário. Essas peças, com toda certeza, não despertam o instinto de consumo… servem só para prêmios e inflar egos. E foi veiculada? Tipo, deve ter sido na madruga igual a da “PUTZ”….

  5. Leo Says:

    John, pelo visto você esta começando na propaganda ou é muito medíocre. Você fazer anúncios pra publicitário ver não é ruim não. Muito pelo contrario, mostra o quanto o cara ta afim de fazer, de melhorar e na maioria das vezes essas peças são criadas e feitas fora do horário de trabalho. Saiba também que até as grandes agências de SP fazem isso e as vezes não se dão o trabalho nem de veicular suas peças. Vi o filme do platinum, mesmo com um olho aberto e outro fechado (meio tarde da noite). Não concordo com algumas coisas da bolero, e nem acho essa campanha essas coisas todas, mas tão fazendo, tão se mexendo, isso tenho que concordar. Se todas as agências começassem a propor mais e fazer mais, acho que você, John, não teria muito espaço pra esse seu pensamento preguiçoso.

  6. sergio sampaio Says:

    Oi, Leo.
    Chamar o Jonhn de preguiçoso foi um tiro no pé. Fica claro que a “preguiça” dita aqui foi da Bolero que fez só o usual para essas peças de motel que, convenhamos, qualquer estudante faria. Quando ele disse que são de peças de publicitário para publicitário, ele não está recorrendo a “preguiça”, mas sim uma falta de compromisso com o cliente. Como você disse em sua mensagem, parece que é um expediente comum e que “grandes agências de SP fazem isso e as vezes não se dão o trabalho nem de veicular suas peças”. Isso só mostra o quão grande é a crise na criação brasileira, que só se destaca em grandes festivais mundiais fazendo a mesma coisa de antes, ou é impresso ou é filme. E ambos sabemos, Leo, que hoje em dia o buraco é bem mais embaixo e perder tempo inventando anúncio não é, ao meu ver, uma coisa prudente. Mediocridade seria, no mínimo, um eufemismo para essa situação.
    Em todo caso, boa sorte para a Bolero hoje a noite. É sempre bom prêmios virem para o nosso mercado.

  7. Joe Richardson Says:

    Ouw!

    Meus votos de boa sorte para os “cearenses”!

  8. Jonhn Says:

    Caro Leo, me sinto honrado em receber uma postagem de alguém tão experiente e admirável como vc. Concordo no ponto ao qual vc cita que até as grandes de SP fazem anúncios para abastecer o ego… terrível isso não é? Ao meu ver, fazer, melhorar… deviam estar diretamente ligados a resultados. E prêmios deveriam ser entregues publicitários que fazem campanhas inovadoras mas que, principalmente, gerem resultados. Se todas as agências começassem a propor mais e dar mais atenção as necessidades diárias de seus clientes, gerando resultados e em consequência disso recebecem prêmios, acho que você, Leo, não teria espaço pra esse seu pensamento arrogante.

  9. Rogério Says:

    Parabéns aos que já ganharam esse prêmio: kassako e a Integra.

  10. ian Says:

    até hoje eu tento entender pq as pessoas insistem em separar ‘resultado’ de ‘prêmio’.

    já percebeu que nunca os dois andam juntos em uma discussão?

  11. Jonhn Says:

    Grande Ian… é uma pena que em inúmeras situações prêmios não signifiquem resultado… Conheço casos aqui da terrinha, em que campanhas pouco conhecidas triplicaram as vendas de determindados produtos… E afinal…. qual nossa real função??? Não seria trazer retorno financeiro (ou não) direto aos nossos clientes??? E mais, sei de clientes pouco satisfeitos com a falta de comprometimento e resultados de certas agências “top-prêmios” com o dia-a-dia… ao passo que vemos AGÊNCIAS que nem vivem no “hall da fama”, mas que constantemente trazem excelentes resultados aos seus clientes (SG… Slogan… Acesso… GMarketing… EBM… e algumas outras que não me recordo agora). Se essa campanha indicada vier a trazer resultados reais e comprovaodos ao cliente… eu dou a mão a palmatória…

  12. Iuri Castelo Says:

    Odeio entrar nessas conversas, mas vamo lá…
    Primeiro lugar que ninguém é dono da verdade e não pode definir um padrão de comportamento a ser seguido por agências. Se um valoriza o “30, 60, 90, sem entrada e sem juros” sem questionar nada pra não perder o BV de 20 anos, ninguém pode dizer que é errado. É o negócio do cara, ele tem conta pra pagar e é isso que sabe fazer. Se outro faz anúncio só pra ganhar prêmio também não dá pra dizer que é errado. Peças “para prêmio” trazem retorno para o cliente e para a agência, os dois têm uma baita exposição da marca. É através de prêmios que agências novas como a Bolero, em Fortaleza, e a SantaClara, em São Paulo, conseguem chamar atenção de grandes anunciantes e conquistar novas contas. Nesse caso, prêmio dá resultado sim. E pode ter certeza que nessas peças “pra prêmio” geralmente quem banca parte dos gastos é a agência, então o cliente sai no lucro. Enfim, vamos falar menos e tentar fazer mais.

  13. ian Says:

    ué, mas não é isso que a gente já faz no chamado ‘dia-a-dia’? campanhas para dar resultado?

    o resultado final para o cliente é vender? ok.
    a questao é qual caminho você escolhe para fazer isso:
    ou trabalha uma comunicacao eficiente, construindo a imagem da marca, ou faz aquela coisa que a gente vê muito em PIT ‘faz um negocio bem vendedor’.

    os financeiros das agência devem sabem bem o resultado das campanhas que saem. cabe a nós, os ‘criativos’ do processo, tentar encontrar a melhor solução para cada tipo de campanha. seja do tipo ‘vendedora’ ou do tipo ‘essa-dai-rola-de-ganhar-um-GP-Verdes-Mares’.

    depois desse rolé todo, falo uma coisa:
    faça direito seu ‘dia-a-dia’, que prêmio é
    consequência.

    abs

  14. leo Says:

    Ian, concordo em muita coisa que você disse.
    Mas prefiro dizer “faça o melhor no seu dia-a-dia pra não passar vergonha na rua e o prêmio você deixa pra criar em casa”. Pq com o modo de execução imposto pelas agências daqui, fica impossível criar uma peça pra prêmio em 1h, com mais 5 jobs pra matar no dia.

  15. Mbrg Says:

    Como disse Nizan em um evento em São Paulo,”os novos publicitários deviam beber na fonte dos que fizeram a propaganda dos anos 70/80 e deixar de viver da cultura do prêmio”.
    Eu tenho mais de 20 anos como publicitário, e vivi o restinho de uma época genial na propaganda, anúncios ricos no conteúdo e super criativos, de publicitários como Fernando Costa (Verve), Carlos Paiva, Portela, Augusto Ponte. Publicitários “das antas”, quase poetas, e que tinham conteúdo literário de causar inverja a qualquer biblioteca. As empresas eram amigas e todos os publicitários se respeitavam, não cabia discussões como esta.
    E só para não esquecer – Leo a tua arrogância é o exemplo do que eu mais tenho visto ultimamente. Pessoas como vc amam o “blefe” e propagam a cultura do “fantasma”. Na minha empresa tu não tem espaço nem para estagiário. Aprenda a ser mais humilde e quem sabe vc chegue lá.

  16. Eduardo Moretti Says:

    Mbrg, seu ponto de vista é bem válido. Mas se quer realmente que ele seja respeitado, nunca junte “Nizan” e “propaganda” na mesma frase. Esses definitivamente não caminham juntos. Desconfie de tudo que o sujeito faz e diz. Desconfie não, duvide mesmo, de cara.

  17. leo Says:

    Juro quem não entendo esse povo que escreve aqui. Ficam nessa briga de resultado vs prêmio. Várias vezes um anúncio criativo deixa de sair principalmente pelo cliente, que deixa de aprovar a peça, não tem a visão de que uma peça criativa na maioria dos casos vai chamar mais atenção do que uma peça que só foca no resultado. Por favor alguem me diga se não chama mais atenção um anúncio criativo, um outdoor diferenciado, uma mídia alternativa inusitada, ou um filme com roteiro genial. Não falo como publicitário, falo como consumidor, falo isso porque vejo o quanto qualquer pessoa gosta de uma propaganda bem feita, criativa. Nosso mercado a bastante tempo deixou de evoluir, essa época citada acima (de Fernando Costa, Carlos Paiva, Portela, Augusto Ponte, etc) já passou, a propaganda mudou. O bom daquela época não é mais tão interessante. Acho que temos que melhorar, buscar coisas novas. Se pra mim o novo é ser criativo e por cosequência, um prêmio normalmente (na maioria das vezes) premia quem foi original e criativo, então acho que devemos inovar, ser criativos, buscar mais, acho que o resultado vem junto.

    Caro MBRG obrigado pela dica, mas lhe ligo uma coisa, sei que na sua “empresa“ não tenho vaga nem pra estagiário. Mas gosto mesmo é de trabalhar em agência.

  18. ian Says:

    “As empresas eram amigas e todos os publicitários se respeitavam, não cabia discussões como esta.”

    a discussão estava até certo ponto saudável, MBRG (mto criativo n se identificar). mas ai vc quis ser saudoso e falar que a época boa da propaganda era os anos 80…

    vamos viver de fazer trocadilhos então. assim a gente não esquece essa época ‘saudosa’ e ‘romântica’ da propaganda.

    abs MBRG. boa sorte pra sua agência.

  19. Otávio Rodrigues Says:

    Nossa, eu sou do tempo que ficava feliz com uma redação de no mínimo 15 linhas… Vou nem me meter nessa pêa. Vim aqui mais para dar os meus parabéns a Bolero pelo prêmio.

    Sobre o vt, não acho que seja um vt apenas para publicitário, mas acho que não vão ser todos que vão entender. Para aqueles que não entenderem o vt, espero que possam pelo menos encontrar um desconto nos classificados de jornal pra destacar e ser feliz no amor. Na suíte, quem sabe, ele vendo de novo, possa entender o vt. :B

    De qualquer maneira, levaram a parada e estão de parabéns! Valeu!

    E vamos ter mais foco na criação, na idéia, no resultado… Que seja, bó falar de peça e menos do povo.

    Abraço!

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